Autores Maranhenses e Paraenses
A criatividade fala mais alto: valorização & divulgação das duas regiões
   Escritores Maranhenses e Paraenses      Romance Tudo em Nome da Juquira I
 Atualizado 02/2016
   

Tudo em Nome da Juquira I conta uma história de amor. Embalada na grandeza e na simplicidade do caboclo brasileiro; na esperteza e na lambança do político brasileiro; nas falcatruas e nos absurdos dos homens poderosos que se denominavam coronéis, neste Brasil que você acredita que conhece. Não conhece. O Brasil desta lindíssima história de amor Tudo em Nome da Juquira I, é um país desconhecido para muitos. Mostra como se mostrasse fraturas expostas: coisas, costumes e hábitos. O coronelismo desarraigado e as duas bandas do movimento dos sem-terra, a banda boa e a banda podre. Tudo em Nome da Juquira I revela o mistério dos nordestinos, que abandonavam a família no nordeste sem eira nem beira depois que chegavam à cidade de São Paulo dos sonhos deles.





Tudo em nome da Juquira II escancara para quem tiver o bom gosto de conferir a beleza e inocência da vida cabocla, através do terceiro elo do triângulo amoroso. Sirayama, a retirante que exala o aroma da juventude, na espreita de conquistar o coração do Thomaz, que fica encantado mediante a ascensão e generosidade da cabocla Sirayama, que tem o coração de ouro. O leitor também desvendará alguns nascedouros da corrupção política. Deputados e Juízes cada um mais corrupto do que o outro. A fidelidade canina de um matador profissional e uma sociedade secreta que abriga e instrui os profissionais do crime. A igreja corrompida, bichada por dentro, resultado da arte de padres estrangeiros com ideologias revolucionárias, que favoreciam sempre o lado: bondosos, caridosos, ávidos de justiça no sentido de invadir propriedade alheia, mas as propriedades deles, ninguém podia invadir, pois eles eram duros, quase monstruosos, usavam dois pesos e duas medidas.







































































 
   

DELEITE-SE COM A LEITURA DAS PÁGINAS INICIAIS DO ROMANCE TUDO EM NOME DA JUQUIRA I


Tudo em Nome da Juquira I conta uma história de amor. Embalada na grandeza e na simplicidade do caboclo brasileiro; na esperteza e na lambança do político brasileiro; nas falcatruas e nos absurdos dos homens poderosos que se denominavam coronéis, neste Brasil que você acredita que conhece. Não conhece. O Brasil desta lindíssima história de amor Tudo em Nome da Juquira I, é um país desconhecido para muitos. Mostra como se mostrasse fraturas expostas: coisas, costumes e hábitos. O coronelismo desarraigado e as duas bandas do movimento dos sem-terra, a banda boa e a banda podre. Ambas são tão complexas, tão revestidas de casulos, que é quase impossível perceber os riscos que elas representam.


O Thomaz morava em São Paulo e respirava o ar poluído misturado com política, até o momento em que os seus partidários o traíram; e ele teve que fugir da cidade para não ser preso. Na fuga, o Thomaz pretendia ficar longe de São Paulo, experimentou uma ligeira preferência pelo Norte e Nordeste do país, mas não foi feliz com a escolha. O ônibus em que viajava foi assaltado na estrada. Thomaz foi sequestrado e levado para uma mega-fazenda no meio da selva e o obrigaram a trabalhos forçados em companhia de centenas de prisioneiros. A partir deste momento do romance Tudo em Nome da Juquira I, o Thomaz adentra em um país desconhecido para ele e para o leitor entranhado na leitura, que sente na pele: os sofrimentos, as torturas, as decepções, as alegrias e as emoções. E o momento único de beleza singela: o encontro do Thomaz e Alethéia. O início de uma paixão avassaladora.


Lamentavelmente um amor proibido, por causas políticas, disputas territoriais; e demonstrações de poderes entre dois coronéis deputados, os donos da cidade. Na ânsia pela fuga, o Thomaz descobriu um novo mundo para ele, novo e perigoso. Adquiriu afinidade com o viver e o morrer. Tudo em Nome da Juquira I é um romance em que Edvan dos Santos Brandão deixou que a realidade e a ficção se tocassem com brevidade, sem que se perceba onde elas se encontram ou se separam. Uma história com tantos personagens para se amar e odiar, é natural que um entre eles, resgate o leitor para dentro dela por causa da semelhança das identidades. Tudo em Nome da Juquira I é cheio de encantos, o maior deles é que, em nenhum momento ele é previsível.


A prova da imaginação surpreendente do autor é o romance Burburinho Perene. Edvan dos Santos Brandão o medrou com cuidado milimétrico contando uma história de amor entre jovens universitários que viveram dentro e fora da universidade com os terrores da ditadura. E é no Burburinho Perene, que o leitor terá a grata satisfação de conhecer a leveza, a maciez e a aspereza dos seus poemas.


E para consagrá-lo, o leitor poderá constatar aqui mesmo na sequência da história Tudo em Nome da Juquira I. A beleza e inocência da vida cabocla, através do terceiro elo do triângulo amoroso, Sirayama a retirante que exala o aroma da juventude, na espreita de conquistar o coração do Thomaz, que fica encantado mediante a ascensão e generosidade da cabocla Sirayama, que tem o coração de ouro. O leitor também desvendará alguns nascedouros da corrupção política. Deputados e juízes cada um mais corrupto do que o outro.


A fidelidade canina de um matador profissional e uma sociedade secreta que abriga e instrui os profissionais do crime. A igreja corrompida, bichada por dentro, resultado da arte de padres estrangeiros com ideologias revolucionárias a favor do lado errado; bondosos, caridosos, ávidos de justiça para a obrigatoriedade da distribuição da propriedade rural alheia, porém, com a propriedade rural deles, eles eram duros, quase monstruosos ― a fazenda deles era sagrada a dos outros não ― usavam dois pesos e duas medidas. Duas faces: uma face sempre oculta. Duas condições financeiras: a mais exposta a que se apresentava pedindo. Pregavam sermões duros antes de passarem a sacola de esmolas por toda a igreja.




Tudo em Nome da Juquira I conta uma história de amor. Embalada na grandeza e na simplicidade do caboclo brasileiro; na esperteza e na lambança do político brasileiro; nas falcatruas e nos absurdos dos homens poderosos que se denominavam coronéis, neste Brasil que você acredita que conhece. Não conhece. O Brasil desta lindíssima história de amor Tudo em Nome da Juquira I, é um país desconhecido para muitos. Mostra como se mostrasse fraturas expostas: coisas, costumes e hábitos. O coronelismo desarraigado e as duas bandas do movimento dos sem-terra, a banda boa e a banda podre. Tudo em Nome da Juquira I revela o mistério dos nordestinos, que abandonavam a família no nordeste sem eira nem beira depois que chegavam à cidade de São Paulo dos sonhos deles.

AS DUAS BANDAS DO MOVIMENTO DOS SEM-TERRA, A BANDA BOA (OS EXÂNIMES) E A BANDA PODRE.