Autores Maranhenses e Paraenses
A criatividade fala mais alto: valorização & divulgação das duas regiões
   Escritores Maranhenses e Paraenses      Romance Putsagrila a Sanidade no Casulo
 Atualizado 02/2016


   

PUTSAGRILA a Sanidade no Casulo, conta uma história genuinamente infantil, mas é um infantil adolescente, talvez um infantil adulto ou até mesmo um infantil idoso. PUTSAGRILA é tudo isso junto. É um mundo de criança, de adolescente e de idoso. Neste mundo diversificado vive o Zé Meu Vô, um velhinho simpático de sessenta anos de idade, rico de dinheiro, de poder e de imaginação. Ele praticamente pode tudo e faz tudo, recupera-se da depressão por saudade da mulher amada e começa a viver intensamente, respaldado pelo carinho, amor e dedicação da filha Hildenê, que carinhosamente encara a recuperação da sexualidade do pai, na esperança de fazê-lo feliz.

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ALUSÃO um romance Lindo, Belo, Polêmico, Maravilhoso! Uma multidão entre a multidão dos acompanhantes do círio amam o romance ALUSÃO e o restante da multidão dos que não deixam a procissão do círio de lado não morrem de amores pelo romance ALUSÃO, eles apenas o amam, mas fazem restrições e o criticam com todas as suas forças de beatos! Beato é beato em qualquer lugar: aqui e no mundo!

 

Os mistérios e as revelações estão deixando atordoados os evangélicos e o povo que acompanha o círio!

 

A beleza da história está na ficção dela mesma, quando passa muito próximo arranhando a realidade do mundo das religiões. O mundo delas é um mundo toldado, pois elas se enlameiam a cada dia que passa.

 

Lucilla decepcionada com as falcatruas de seu pai Adir Soleira decide encarnar por uns tempos a vida de noviça no Convento “Sublime Decoro” e lá, ela encontra: a Madre Superiora e o Bispo derrubado, Dom Consente Bebeto, sofrido e passando por punições.

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PUTSAGRILA A SANIDADE NO CASULO, conta uma história genuinamente infantil, mas é um infantil adolescente, talvez um infantil adulto ou até mesmo um infantil idoso. PUTSAGRILA é tudo isto junto. É um mundo de criança, de adolescente e de idoso. Neste mundo diversificado vive o Zé Meu Vô, um velhinho simpático de sessenta anos de idade, rico de dinheiro, de poder e de imaginação. Ele praticamente pode tudo e faz tudo, recupera-se da depressão por saudade da mulher amada e começa a viver intensamente, respaldado pelo carinho, amor e dedicação da filha Hildenê, que carinhosamente encara a recuperação da sexualidade do pai, na esperança de fazê-lo feliz. Diante do esforço extremado que seria recuperar a tal sexualidade, a Hildenê estrategicamente coloca na frente dos olhos dele, a Maria Furacão, a sensualidade em pessoa, ela faz com que ele recupere o que há muito estava adormecido: o vigor dos trinta anos.

Zé Meu Vô encarrega-se ele mesmo de povoar o mundo dele, com Zé Meu Vô Arremedo, Zé Meu Vô Esculacho, Zé Meu Vô Almofadinha, Zé Meu Neto e Zé Alberto.


No Quintal Berçário Mutável fica a clínica da doutora Zeca Psicóloga, uma menina de uns nove anos de idade, fascinante e competente na cura dos clientes dela.


E é também no Quintal Berçário Mutável, que o Zé Meu Vô criança encanta e se deixa encantar, compartilhando com outras crianças a inocência imaginada.


E no Teatro Su Mano, Zé Meu Vô Esculacho cercado por belas mulheres: Maria Furacão e Carmencita. Esnoba vitalidade e humor, o palco quase fica pequeno para a enxurrada de piadas que ele joga sobre a plateia, uma piada atrás da outra e gargalhadas aos montões.


PUTSAGRILA A SANIDADE NO CASULO é um roteiro em que o autor EDVAN DOS SANTOS BRANDÃO mirou na história infantil e no humorismo e impiedosamente acertou na mosca.

E é neste seriado prazeroso de se ler, que a versatilidade ficcional do autor escancara-se no ato de levar o leitor a sonhar, a viver um momento que talvez não seja dele: brincar de DIRETOR.


PUTSAGRILA A SANIDADE NO CASULO na origem dele foi escrito em formato de ROTEIRO para alimentar a pretensão de no futuro, não sei se próximo ou distante, PUTSAGRILA tornar-se um seriado de televisão, mas, sem abdicar do primeiro objetivo, lançamentos trimestrais. O segundo motivo pela opção do formato de ROTEIRO foi para deixar cair nas mãos do leitor, a chance de durante o período prazeroso da leitura de PUTSAGRILA, ele transforma-se por obra e graça do resultado do hábito de ler, em o DIRETOR DO SERIADO, claro que para isto vai precisar de uma boa dosagem de imaginação. Mas, é para isto que a leitura serve! O leitor vai mergulhar no mundo fantástico de PUTSAGRILA, pura fantasia que encanta as crianças ― filhos e netos ― os adultos ― pais e mães ― até os pais dos pais ― os avôs e as avós ― e cada leitor ou leitora, da família que tiver o privilégio de ler PUTSAGRILA vai poder dirigir o seriado como entender, criar a cena livre na imaginação e depois conferir ou discutir com um dos membros da família, para descobrir quem criou a cena mais bonita. Lembre-se: o bom diretor de televisão tem por norma, achar que ele é o melhor do mundo. Será que você vai se sentir assim? Bom! Isto eu não garanto! Mas, leia o livro, você vai ficar sabendo!

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