Autores Maranhenses e Paraenses
A criatividade fala mais alto: valorização & divulgação das duas regiões
   Escritores Maranhenses e Paraenses      O aquecimento global não é este monstro que estão pintando
   
Atualizado em 06/02/2016

O AQUECIMENTO GLOBAL NÃO É ESTE MONSTRO QUE ESTÃO PINTANDO

 

Não importa se pinta o aquecimento global de forma monstruosa, ele não é tudo isto que querem que seja provavelmente deve ser mais manso e de aparência delicada. Ainda que se admita robustez em sua compleição corpórea para aguentar sozinho a culpa, do derretimento do gelo do oceano Ártico. É praticamente impossível reconhecer a fixação de tantas cabeças em um único culpado, sim, claro, é fácil culpar um monstro impossibilitado de defender-se, principalmente deste tipo de aberração que se dispõe aquecer a terra indiscriminadamente, se ele aquece todos os lugares significa que o endereço dele é incerto. Diante da improvável possibilidade da contestação, alguns pesquisadores canadenses que se encontram estacionários na Ilha Melville no oceano Ártico encontraram no indefeso, o motivo pelo qual os termômetros marcaram 22 graus centígrados temperatura nunca antes registrada lá para aquelas bandas. Aproveitaram também e creditaram para ele a impressionante façanha da diminuição da calota ártica causada pelo degelo que foi dez vezes acima da média anual conferida recentemente, o total reduzido perfez uma área de aproximadamente três a quatro Estados de São Paulo. A calota que sofreu a redução é atualmente 25% menor do que ela era há 30 anos.

 

Parece que em nenhum momento os que apontam com o dedo em riste procurando um culpado, pararam para pensar que o aquecimento do Ártico poderá beneficiar algumas poucas, boas e milionárias nações: EUA, Rússia, Inglaterra, Canadá e o Japão.

 

O aparente surto aterrorizador em cima do que seria o aquecimento global, não passou, não passa e não passará apenas de uma indução amplificante, daquelas bem mentirosas preparadas para convencer em massa, nações próximas e longínquas. O medo instalado em algum ponto do ser humano — onde ele estiver que fique lá porque não é esta a questão — não reage positivamente quando detecta que o instrumento utilizado para aterrorizá-lo não é verdadeiro, é falso. E mais acomodado o medo fica, quando ele desfruta do privilégio de avistar sozinho a verdade que se encontra camuflada. Em um passado recente o Presidente americano se recusou terminantemente assinar a intenção da não poluição do planeta. Ele não assinou porque sabia que esta história de aquecimento global não passava de balela. A reação de quem sabe onde foi plantado ou gerado um boato para esconder interesses econômicos de grande monta e longo prazo é manter-se tranquilo sem temer o que os outros temem.

 

Duas nações — elas principiaram a investida — que não abriram mão do direito que não tinham, mas mesmo assim se encheram de razões para invadirem uma terceira nação, intencionadas a matarem seus mais recentes inimigos e junto com eles de lambuja, os próprios soldados, em busca de armas atômicas que não existiam; e mais o propósito de proteger ou apossar-se do petróleo que não era delas. Os mandatários que fizeram este tipo de coisa condenável, com certeza eles farão coisas mais reprováveis para engrossarem suas economias. E quem foi que, em sã consciência teve, tem ou terá a coragem de dizer que não foram elas que esquentaram, provavelmente ainda estão esquentando o oceano Ártico? Sim é isto mesmo! Parece ficção, falácia, deliramento, devaneio. Mas não será a semelhança que determinará se a suspeita tem fundamento, a chance de realidade é imensa, só o tempo dará o seu veredicto. Os meios utilizados foram, são ou será tecnologia avançada que o mundo não tem conhecimento. Para a realização de tão espetacular façanha os americanos precisariam patrulhar as águas geladas do Ártico, sob a calota de gelo com os seus submarinos equipados com canhões de laser de potências inimagináveis e controláveis. A execução da missão se restringiria simplesmente em aquecer as águas e as bases das colinas submersas para provocar os catastróficos deslizamentos das camadas de terra congelada juntamente com o gelo que se mantinham nas laterais dos morros; e simultaneamente se transformariam em lama. Por eles terem utilizado estratégia tão fantástica — de forma inacreditável — o resultado aconteceu, continua acontecendo e a missão foi coroada de sucesso. Aí está o fenômeno do aquecimento do Ártico.

 

Entre os meados de julho e agosto um barco de procedência americana percorreu sem enfrentar qualquer tipo de problema toda a Passagem Noroeste, que compreende da Nova Escócia (costa leste do Canadá) até o Alasca, trecho que até então só era possível navegar em grandes navios quebra-gelo. Pela primeira vez na história da navegação, essa rota marítima entre o Atlântico e o Pacífico não se encontrava impedida por blocos de gelo. Finalmente o sonho dos sonhos seculares dos exploradores europeus e das Nações Poderosas realizou-se, criaram uma rota livre do gelo para a Ásia. Navegar pelo Ártico desimpedido representará uma redução considerável nos custos dos transportes marítimos. Para as nações invasoras aquecedoras do Ártico, as primeiras vantagens são conferidas em quilômetros: Nova York para Tóquio pelo Canal do Panamá = 18.200 km / Nova York para Tóquio pela passagem Noroeste = 14.000 km; Londres para Tóquio pelo Canal de Suez = 20.900 km / Londres para Tóquio pela passagem Nordeste = 13.000 km.

 

Os desbravadores poderosos merecem condenação por terem transformado a região do Ártico acessível para novos povos, que utilizarão novas rotas comerciais e fortalecerão suas economias — algumas delas cambaleantes — a um patamar nunca imaginado? E mais a vantagem da descoberta de novas superfícies de terra que possivelmente se revelarão férteis, para a produção de pastagens para o gado, podendo até suportar agricultura de sustentação entre uma estação e outra; a possibilidade de encontrar imensas riquezas no subsolo: minérios, diamantes, ouro e até petróleo. Não, de maneira nenhuma! Antes que se tornassem fortes nas finanças e em tecnologias revolucionárias, até mesmo antes de adquirirem o hábito de cravarem os olhos invejosos nas riquezas dos outros países, eles já estavam autorizados a fazerem o que fizeram. Não precisariam utilizar o artifício da mentira inventiva. Quem os autorizou? A terra sempre esteve sob sujeição do homem, principalmente dos que foram mais espertos e mais inteligentes, desde os primórdios dos tempos, em Gênesis — 1:26 “Façamos [o] homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança, e tenham eles em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e os animais domésticos, e toda a terra, e todo animal movente que se move sobre a terra”.  O autorizador foi Deus o dono do mundo.

 

As desvantagens que o degelo vai provocar podem ser minimizadas tranquilamente. Para isso, basta que se reconheça o direito dos mares retomarem seus espaços físicos, que foram ocupados durante séculos! Agora eles chegarão sem portar ação de despejo, mas dispostos a reaverem seus direitos de posse. Os povos — sejam eles quais forem — do lado de lá e do lado de cá que habitam lugares alagados, ilhas (como as de Maldivas e de Tuvalu, país-arquipélago no oceano Pacífico, localizado no norte da Austrália) deveriam estar preparados para a situação que se avizinha, pois estão ocupando lugares inadequados para viverem. Esta observação serve também para os endinheirados que residem em terra firme, nas regiões costeiras, abusando da raia média de 30 metros das praias, eles precisam conscientizar-se que são invasores de terra que no futuro serão o fundo dos mares. Ocuparam as chamadas áreas nobres calcados nos direitos de suas posses, mas não deveriam nunca perder de vista, que foram suas abastanças que os convidaram para possuir o que não lhes cabia por direito, portanto, seus dinheirosos, não esquentem as cabeças. Preparem suas trouxas, conformem-se com suas perdas — apartamentos de luxo, mansões — zarpem do lugar onde não foram escolhidos para permanecerem. Mt 22:14 “Porque há muitos convidados, mas poucos escolhidos”. Sobraram os paupérrimos que moram na cidade baixa, nos alagadiços, pendurados e sustentados por palafitas, a eles caberá à função de acordar da letargia em que se encontram os prefeitos, governadores e presidentes para aprenderem administrar os seus territórios utilizando a macheza de homens públicos inteligentes. Retirando — ainda que seja na marra — os excluídos das áreas de risco para não morrerem afogados nas enchentes do futuro. E investindo em moradias dignas para os remanejados em áreas pouco valorizadas, porém, na cidade alta. Devem disponibilizar total dedicação assistencial, por um simples motivo: os homens que se equilibram e deslizam na difícil arte de morar na condição de palafítico, eles também são filhos de Deus.

 

 

Autor:

EDVAN BRANDÃO

Licenciatura Plena em Língua Portuguesa;

Professor de: Português, Literatura e Redação;

Jornalista e Escritor Ficcionista;

E-mail: edvan.brandao@gmail.com

           edvan_brandao@hotmail.com

Cel: 91 98360 – 1718

Escrito em 27/12/2009.