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   Escritores Maranhenses e Paraenses      Desqualificação dos craques da seleção
Atualizado em 10/02/2016

DESQUALIFICAÇÃO DOS CRAQUES DA SELEÇÃO

 

O fato dos jogadores consagrados terem retornado aos seus clubes de origem, não está ligado a motivos de espanto, e sim, estratégias muito bem planejadas pelas seleções adversárias no sentido de neutralizar na fonte os prováveis, treinados e escalados goleadores.

 

Se cada nação futebolística se juntar em complô com o presidente da Uefa, Michel Platini, os técnicos que atuam nos galácticos times do continente europeu e adjacências, para juntos desestabilizarem psicologicamente e fisicamente os artilheiros que praticamente formarão a linha de frente da Seleção Brasileira, certamente o futebol arte brasileiro, se apresentará capenga, com jogadores substitutos praticando futebol de nível inferior, consequentemente de baixa competitividade e fácil de ganhar, dando a eles a chance de se tornarem campeões.

 

Para que as ideias fiquem mais claras, uma curta lista pode ser apresentada como exemplo, Ronaldo, Adriano, Robinho, Kaká, Júlio Cezar e Ronaldinho Gaúcho. Todos eles nesta véspera da Copa da África do Sul, passaram, estão passando e ainda passarão por sérias dificuldades, entre elas, principalmente: alegações de quedas de produtividade, banco de reserva e afastamento do time.

 

Depois que for conhecido o campeão da Copa Africana, os jogadores (agora problemáticos) milagrosamente voltarão a serem as estrelas do futebol que sempre foram, assinarão novos contratos e os seus clubes promoverão transferências milionárias.

 

Este tipo de coisa acontece com os atletas desta santa terrinha, porque eles carregam nos pés, o favoritismo de vir a serem os Campeões do Mundo. E também existe o agravante da maneira que eles se transferem para o exterior: cheios de vontade de ganhar dinheiro e sem nenhuma preparação para lidar com dirigentes milionários.

 

Diante do acontecimento consumado (a transferência desejada) eles se deparam com as assinaturas dos contratos, todos eles leoninos que só defendem os interesses da empresa mercenária. No primeiro momento (aquele da empolgação) os detalhes contratuais não são importantes, o que interessa para eles são as contas bancárias bamburrando de dólares. O jogador nem mesmo percebe que a liberdade que ele passa a gozar junto ao seu clube, tem limite, ele poderá dizer sempre que for necessário, apenas: “sim senhor presidente, eu concordo”.

 

Existe uma costa larga, para receber as pedradas motivadas pela culpa desta situação caótica? Talvez sim: as instituições coordenadoras e moralizadoras do futebol, os dirigentes das equipes onde o atleta foi formado e os empresários que oferecem a mercadoria.

 

Talvez não: o atleta carrega na lembrança as privações e a fome que sofreu no passado, e mais a falta do estudo que ele não completou deficiência esta, que o prejudica no momento em que são entabuladas as negociações.

 

 

 

Autor:

EDVAN BRANDÃO

Licenciatura Plena em Língua Portuguesa;

Professor de: Português, Literatura e Redação;

Jornalista e Escritor Ficcionista;

E-mail: edvan.brandao@gmail.com

           edvan_brandao@hotmail.com

Cel: 91 98360 – 1718

Escrito em 02/2010